Desapegando-se do sofrimento

Rosana Machado CRP 06/34689-1 Psicóloga

Hoje escolho reivindicar minha libertação da dor e do sofrimento do passado vivendo apenas no presente imediato
Dr. Gerald G. Jampolsky

Utilize esta prática lembrando que segundo a Psicologia Budista Tibetana, três são os aspectos que nos levam ao desequilíbrio: raiva, medo e o apego.
Inúmeras são as situações em que nos prendemos a uma experiência por nos apegar ao sofrimento que pode ocorrer em uma relação ou em várias áreas de nossa vida.
Este exercício tem como proposta auxiliar no desapego. Você pode realizá-lo também seguindo sua intuição.
Respire profundamente, conte sua inspiração e expiração até 8, faça isso diversas vezes até conseguir buscar um estado de calma e paz interior.
Agora visualize uma caixa em que você coloca as situações que te causam sofrimento, vá colocando uma a uma com a intenção de olhar, a partir de agora, a vida com uma nova lente.
Feche essa caixa, sele endereçando ao sol, que é uma fonte inesgotável de luz e energia, e despeça-se da dor. Encaminhe ao sol onde a dor e o sofrimento se transforma em luz e em um novo aprendizado.
Nesse momento imagine que o sol te envia uma caixa que contém um presente e uma mensagem. Receba e registre essa mensagem em seu coração.
Finalize esta prática agradecendo e compartilhando com todos os seres.
Concluindo, o amor pode coexistir com medo, apego e raiva, pois somos iluminados, somos Amor. Quando estamos em desequilíbrio nossas percepções tornam-se desfocadas, são distorcidas de acordo com nossas crenças.
Nos momentos de desequilíbrio nos distanciamos do Amor, do nosso Eu Superior. Porém, parafraseando Dr. Gerald G. Jampolsky podemos nos dispor a enxergar a luz em nós e nos outros e não a cúpula do abajur.

Sugestão de leitura:
Jampolsky, Dr. Gerald G. – Amor é libertar-se do medo, Editora Peirópolis, 1999 5ª edição.